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Vai dar Certo
[Terça-feira, Fevereiro 01, 2005]
MUDEI: http://amandabreu.blogspot.com/
Mudei, pra melhor, por que pra pior ninguémerece.
Ano novo, blog novo (meio atrasado, mas o vale é a intenção da garota).
Template "bái marina" eu não mereço mais.
Já tenho 25 anos.
Eu virei gente, gente de verdade.
Péraí que ainda vou arrumar a casa, pra poder receber todo mundo.
É todo em ingrês (não o que eu vou escrever, of course).
Ainda tenho que contratar arquiteto, decorador, encanador, eletricista...
Mas já tá funcionado e preciso saber se vocês gostaram da mudança, vão lá e me digam ! ! ! !
Sou uma jornalista fina, chique.
Foi bom enquanto durou (bloggerbosta).
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[Segunda-feira, Janeiro 31, 2005]
Tava procurando alguma coisa legal pra colocar aqui, um texto...
Por que se for esperar por mim, esse blog tá é lascado.
Tico e Teco travaram uma batalha aparentemente sem fim!
Alguém percebeu o perigo que ronda?
Isso não estava nos meus planos.
Não sei que fase doida é essa que tô passando, muita coisa pra pouco espaço de mim.
Eu quero um dia de 48 horas, quero ser mais centrada com as coisas.
Está etendendo? Nem eu. Frases desconexas. Blá, blá, blá...
Eu não aguento, eu não aguento (que nem aquela música do Titãs).
Queria sair de casa, dar uns rolé, não ter hora pra acordar.
Tanta coisa que eu quero.
Vou assistir Senhora do Destino que é mais negócio.
UP DATE:
Leiam, Nudez Mortal, de Nora Roberts.
Leiam qualquer coisa, que Deus reserva para você um pedaçinho VIP do céu.
Ouvindo: O Rappa
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[Quinta-feira, Janeiro 27, 2005]
Levado ao paredão do BBB, o professor Jean assume ser gay, chama a atenção para o preconceito contra os homossexuais e se mantém na casa
(...) se houve algum tipo de preconceito na casa, este não foi só por sua preferência sexual, mas por sua boa articulação e formação. Foi a vitória da inteligência sobre os bíceps e os preconceitos dos conspiradores ''pit-brothers''.
A maioria dos votos que levaram Jean ao paredão partiu dos ''machos'' da casa: Giulianno, Rogério, Alan, Paulo André. Um time de ''bofes musculosos'' - unidos em torno de uma tática de jogo desde as primeiras horas do reality show. ''O incômodo causado por Jean é mais por sua força intelectual do que por ele ser gay'', acredita o apresentador, Pedro Bial. ''O professor contrariou o pacto da mediocridade'', define o jornalista. Em outras palavras: é fácil um grupo acolher a pobreza, a feiúra, a burrice, mas raramente aceita que alguém se destaque pela inteligência.
Paulo André, Rogério e Alan, os ''pit-brothers'' da casa, passam quase o tempo todo discutindo estratégias de jogo e podem estar ganhando a antipatia dos telespectadores
Foram mais de 6 milhões de votos no total - número alto para o primeiro paredão. A audiência foi surpreendente para um programa que terminou quase à meia-noite: 48 pontos, ótimo para a segunda semana.
Os independentes, que garantem ''seguir o coração'' e não fazem conchavos, conquistam pontos entre o público, mas correm o risco de cair mais rápido. Por enquanto, o intelectual Jean, nascido numa família pobre de Alagoinhas, interior da Bahia, ganha força num mundo de sarados e gostosas. A forma como usou sua condição de minoria mostra que seu maior trunfo é saber jogar melhor que todos. No Big Brother, vence quem já entendeu como tirar vantagem de estar na frente das câmeras o tempo todo sabendo construir as melhores cenas, medir as palavras e, mais que tudo, fingir que não está jogando.
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[Segunda-feira, Janeiro 24, 2005]
SFCFC
Eu não quero mais escrever aqui, não...
Tô meio que de saco cheio.
Sem assunto, sem tempo, sem noção.
SFCFC = Síndrome da Falta de Criatividade Futebol Clube.
Sou a fundadora.
Acho que isso é normal no mundo blogueiro.
Tenho visitados tantos blogs medíocres, sem matem logo que é mais futuro.
Um dia eu volto.
Quem sabe.
Um abraço.
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[Sábado, Janeiro 22, 2005]
A SEMANA DE UMA MENINA
TERRIVELMENTE SEM CRIATIVIDADE
trabalho, viagem e trabalho, desânimo, amor, sono, cansaço, dor, muita comida, mais sono, consciência, leitura, Pitts, mais cansaço, The O.C, jornal, escrever, salão de beleza, dvd, sonho, satisfação, falta de grana, blogger, vestido amarelo lindo, mais amor, fotos, camarão no espeto, mosquito, carro velho, concentração, leitura, vontade, fotos, risada, dúvida, alívio, fim, churrasquinho, festa de formatura, eu sem tv, desejo, Gilmore Girls, certezas, pensar, tapioca, ai que vontade de chorar, música, msn, leitura, aaffffff, outro fim, saudade, mais leitura, stress, poeira, novela, medo, Internet, saco cheio.
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Post passado gerou polêmica.
Texto deprê, ou texto-não deprê.
Estão querendo saber o que passa com esta pobre donzela desprotegida. Oh, céus!
Quem poderá me defender?
Ler quem quer, comenta quem tem vontade.
De acordo? Estamos combinados?
Reclamações? Pega um espelho e fala.
Ouvindo: Engenheiros do Hawaii
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[Sexta-feira, Janeiro 14, 2005]
MUITO PRAZER
Eu tenho medos bobos e coragens absurdas.
Eu vivo cercada de pessoas por fora da minha bolha egocêntrica, infantil e sensível.
Eu preciso de sal e açúcar para não virar os olhos de pressão baixa e hipoglicemia.
Escrevo por três motivos simples: preciso aparecer e não sou bonita o suficiente, preciso matar o tempo e preciso não morrer.
Sou fútil, entro em pânico pela moda, mas meto um chinelinho pra parecer desencanada.
Sou romântica, entro em pânico por não ser amada.
Eu vivo à espera daquele momento, mas não sei momento é esse.
Às vezes sinto cheiros e morro de saudades de coisas que já não me lembro mais.
Eu me orgulho de todas as minhas lembranças ingênuas, mas tenho consciência de que foi a minha fragilidade cansada que me transformou numa pessoa irônica.
Eu tenho uma risada escandalosa que me envergonha e uma mania ridícula de imitar a Madonna nas pistas de dança.
Passo metade do dia odiando minha vida e querendo ser sugada pela minha própria insignificância.
A outra metade passo rindo do quanto sou dramática e exagerada.
Eu sei de cor tudo o que tenho que fazer para dar certo, mas tenho medo da responsabilidade de ser notada.
Adoro o toque do telefone que quebra o barulho do abandono, a força leve da caneta no papel que pode transformar tantas coisas e o som do carro chegando na chuva para me salvar.
Às vezes, eu gosto apenas da folha em branco, do silêncio, da noite e da janela fechada, de preferência todos juntos.
Adoro o som de crianças num parquinho.
Acho tudo o que se refere ao amor extremamente brega.
Acho tudo o que não se refere ao amor extremamente infeliz.
Tenho crises de pânico mas nunca tomei nenhum remédio, acho normal que às vezes o ar se despeça do meu mundinho fechado e me faça vagar pela falta de pressão do universo.
Minha mão fica tão gelada e meu coração tão quente que eu pareço um petit-gateau.
Tenho medo de vomitar e não parar nunca mais de vomitar.
De bater a cabeça desmaiada na pia e morrer solitariamente.
Eu cansei de papo furado à luz de velas, eu cansei da ansiedade e da ilusão de princesa.
Eu prefiro um DVD e um pijamão e todas as minhas guloseimas no armário da cozinha.
Mentira. Tudo mentira. Eu corro atrás o tempo todo.
Não vou falar de nada que não seja meu umbigo.
Sou essa mala monotemática mesmo, chata, obsessiva, mas que ama muito mais do que odeia.
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[Quarta-feira, Janeiro 12, 2005]
AMANDA, VOCÊ ESTÁ COM FIBROMIALGIA
O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica.
É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono.
No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro ou então um diagnóstico nebuloso.
Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso.
O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos.
O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de seqüela.
No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas.
Esses critérios valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados.
Esta é minha vida...
Ninguém tem noção de como esse troço dói.
Aí que pergunto: onde fui amarrar o meu jegue?
Sabe o que explica a minha mísera e dolorida existência no planeta terra?
A Lei de Murphy!
Murphy disse que não importa quantos cálculos fossem feitos para se lançar uma nave no espaço, alguma coisa ia dar errado. Alguém vai esquecer um número, um parafuso, alguma coisa que leve ao caos completo.
Bom, depois que a nave Challenger explodiu, ele perdeu o emprego, mas a Lei de Murphy permaneceu (em mim).
Ouvindo: nada
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[Segunda-feira, Janeiro 10, 2005]
DEVE TER SIDO ALGO QUE COMI
Não tenho me sentido bem esses dias, nem fisicamente, nem psicológicamente, nem muito menos emocionalmente.
Como se tudo que eu tivesse pensado que pudesse dar certo, de repente, não mais que de repente, desandasse de vez.
Tudo de cabeça pra baixo, tudo mesmo.
Será um encosto?
Não tenho ânimo, estímulo, tesão pra nadinha, nadinha.
Como se eu estivesse numa grande e solitária ilha.
Ou que nem o Pequeno Príncipe, naquele planeta-num-sei-das-quantas.
Como se eu gritasse bem alto e ninguém me ouvisse.
Aquela velha história: você está rodeado de gente, mas não tem ninguém te faça um carinho e que diga: Calma que vai ficar tudo bem.
Carência? Crise existencial? Frescura? Loucura?
Talvez um pouco de cada, talvez nada disso, talvez tudo junto e um pouco mais.
Não me entendo.
Me sinto perdida, só, cansada e triste.
Talvez amanhã acorde e veja que o dia está lindo! Que os passarinhos cantam e que sou amada por muitos... ou não.
Existem pessoas com problemas maiores? Sim, é só ligar a tv.
Tenho emprego, casa, comida, dinheiro (nem tanto), família, namorado...
Mas como todos dizem que sou dramática: deve só ter sido algo que comi.
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As únicas pessoas pra mim são as loucas...
Loucas pra viver, loucas pra falar, loucas pra serem salvas, que desejam tudo ao mesmo tempo, que bocejam diante do comum e ardem, ardem como fabulosos fogos de artifício que explodem em mil centelhas entre as estrelas.
Kerouak
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Eu e George hoje fazemos 1 ano de namoro.
Vou sair com ele já, já.
Posso voltar melhor, ou bem pior do que fui. Quem sabe?
Essa foto foi sábado, num churrasco lá na casa dele, tomei duas latinhas de cerveja e apaguei.
Tomara que ninguém tenha percebido como fiquei doidinha.
Os calmantes não se entenderam muito bem com o álcool.
Ouvindo: meus pensamentos
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[Quinta-feira, Janeiro 06, 2005]
ENTÃO FICA AÍ
Fica? Você aí e eu e aqui, cada um em seu lugar.
Distantes, claro.
Mas a distância as vezes é até tamanha entre nós e nós mesmos, que então já não estranho, apenas sobra a minha tristeza, mas nunca a sua.
Fique aí, mas fique bem, pois caso não fique, estarei triste aqui no meu canto. É isso.
Poeta é que sabie escrever sobre tristeza, eu não sei nem lidar com ela. Apenas sinto, sinto, sinto...
Então quando ela chega, como hoje, sento a seu lado e espero que ela se vá. Pode ser efêmera, ou não.
Poetas são sábios, eu não sou.
Então tá. Fique aí onde está agora. Por que não tenho absolutamenta mais nada pra dizer, a não ser que sinto muito por tudo.
Sei que pensa que é melhor estar longe.
Lembra que te disse que já havia cansado de tanta coisa?
De insistir também cansei, por isso fique aí mesmo.
Não pode ser do meu jeito?
Não pode ser a minha vontade? Só por hoje?
Para que eu me sinta melhor e viva?
Fico vendo minha vida passar, e isso me mata aos poucos.
É isso.
Tá bom...
(...) Quando menos eu entendia tudo isso, mais eu queria não entender mesmo.
Abobrinhas:
Ontem, na solidão do meu lar, assisti Bicho de Sete Cabeças, com Rodrigo Santoro. Tava passando na Rede Grobo.
Fiquei muito mal com aquelas cenas, me deu dor de estômago, vontade de vomitar e fui dormir impressionada.
O filme mereçe todos os prêmios que ganhou, e pra Rodrigo, fazer um comercialzinho do Channel com a Nicole Kidman é o de menos.
Hoje, como é feriado aqui em Natal, fiquei pastando.
Fui assisti The O.C e depois Dawson´s Creek. Saudade dos meus tempos teen.
Agradeço todas as visitas. Amo muito tudo isso.
Ouvindo: Billie Myers
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[Terça-feira, Janeiro 04, 2005]
ATÉ A PRÓXIMA ENTRADA
Meu Reveillon foi ótimo: derramaram 3 litros de caipirinha na minha roupa linda-nova-e-cara, não consegui dançar por que a festa tinha dois djs e as músicas se confundiam (festa muito mal organizada pra quem pagou tão caro), fiquei mal do estômago por causa das bebidas ruins e baratas que estavam servindo, Gabriel brigou com Helena deixando eu e George órfãos, lá não tinha nenhum conhecido merecedor da nossa companhia (Abimal, por onde andastes? pelas dunas da Via Costeira?), a festa era na praia e tinha muito vento, consequentemente, muita areia na cara.
Na volta, de quebra, George brigou comigo e ficou de mau humor por mais 24hr.
Eu mereço?
Ah, minha gente... é brincadeira, foi tudo ótimo, lindo, maravilhoso, e branquinho, como todo ano-novo que se preze deve ser...
Se tudo isso aí em cima aconteceu? Aconteceu!
Minha blusa foi pro lixo, já fiquei boa do estômago, Helena e Gabriel já fizeram as pazes, eu e George também e a areia da praia já saiu no banho!
Mas Abimael... eu ainda não achei!
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Leiam, minha gente...
Faz bem pra pele
Por um Fio, Drauzio Varela
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Assistam: The Grudge, mais conhecido como O Grito
O poster já dá medo, imaginem o filme.
Com Sarah Michelle Gellar (horrorosa, por que eu não fui chamada?) e o mais-ou-menos Bill Pullman.
Ouvindo: Beyoncé
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[Sexta-feira, Dezembro 31, 2004]
UP DATE: Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você meu caro, tem que merecê-lo, tem que fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o novo ano cochila e espera desde sempre...
(Carlos Drummond de Andrade)
TIM TIM ! ! ! !
RESOLUÇÕES DE ANO NOVO, EDIÇÃO 2005
Todo mundo que é mundo nesse mundo, faz uma listinha, nem que seja mental, do que vai ou não vai fazer no ano que se inicia.
Promessas que, na maioria das vezes, são esquecidas logo na ressaca do dia 1o de Janeiro.
Ano passado fiz a minha listinha, aqui mesmo, das coisas que eu NÃO ia fazer.
Será que fiz tudo certinho?
Como uma boa mocinha deveria fazer?
Decidi republicá-la e fazer uma auto-análise.
RESOLUÇÕES PARA 2004
NÃO VOU...
- Fazer dívidas no cartão de crédito (NÃO FIZ MESMO)
- Só assistir filmes americanos (VI UNS ESTRANGEIROS MUITO INTERESSANTES, COMO DOLLS E 8 MULHERES, PRETENDO VER MUITO MAIS)
- Ficar interessada em homens do tipo: fortes demais, intelectuais demais, esquisitos demais, problemáticos, neuróticos, chatos, casados, comprometidos, com horror a compromisso, infantis, tarados, gays, ruins de cama, viciados em trabalho, cigarro, computadores, futebol, bebida, drogas ou mulheres... (MEU AMOR NÃO É NADA DISSO, SÓ UM POUCO CHATO, AS VEZES)
- Beber demais, comer demais (BEM... ESSA DAÍ MERECE UM MAIS OU MENOS)
- Perder nenhum episódio de Friends (NÃO PERDI, MAS O SERIADO DEIXOU UMA HUMANIDADE ÓRFÃ)
- Parar de gastar dinheiro com besteira e comprar livros! (NÃO CONSEGUI, SOU UMA MULHER FÚTIL E ACULTURADA)
- Ser ingênua e acreditar demais nas pessoas, todos são maus até que me provem o contrário. (NOUSSA...APRENDI TANTO ESSE ANO...)
- Comprar coisas que jamais usarei: blusas, calças, vestidos um número menor ou maior que o meu, mesmo que com 70% de desconto, cremes que jamais usarei... Ou livros incompreensíveis (PARABÉNS PARA MIM)
- Endoidar por causa de homem, e sim ser sensata, decida e ter relações baseadas numa avaliação madura de personalidade (SEM COMENTÁRIOS).
- Falar mal de ninguém pelas costas (SEM COMENTÁRIOS TAMBÉM)
- Deixar para escrever minhas matérias última hora (MAIS UMA VEZ: SEM COMENTÁRIOS)
- Fazer a combinação "álcool + telefone" (ACHO QUE NUM FIZ ISSO NÃO... OU FIZ?)
- Entrar em relacionamentos sem futuro, por medo de ficar para titia. Obs: pode-se dizer que essa é a resolução principal, morro de medo de ficar no caritó, mas já estou dando minhas investidas nesse campo (TENHO MEU NAMORADO, MAS O MEDO DE FICAR PRA TITIA NÃO ME ABANDONA EM TEMPO ALGUM)
- Criticar o modo de vestir de pessoas (ÊITA, FIZ ISSO DEMAIS)
- Ir a praia sem protetor solar (FIZ ISSO TAMBÉM E SOFRI)
- Ficar deprimida porque eu não tenho namorado, mas desenvolver um equilíbrio interior, ser madura e auto-suficiente (SE FICAR SOLTEIRA, LEVAREI ISSO EM CONSIDERAÇÃO EM 2005)
- Passar horas e horas esperando "ele" ligar (NUM ESPERO MESMO NÃO...)
- Fantasiar sobre uma pessoa especifica, lembrando que isso é patético e ridículo (ISSO VOU LEVAR PRO RESTO DA VIDA)
- Ficar disponível demais para um homem (APENAS DEMAIS PARA QUEM ESTÁ DISPONÍVEL DEMAIS PARA MIM, ENTENDERAM?)
- Passar horas na frente do computador (VIIIIIIXE........NUNCA SE ILUDA)
- Por último mas não menos importante: achar que a vida é uma m.. e que sou um poço de problemas (ISSO EU CONTINUO ACHANDO)
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Without a Trace
Já viram? Não? Toda segunda no Warner Chanel.
Fico empolgada demais assistindo, pareço empregada doméstica vendo novela das 8.
Coloquem na listinha de resoluções de vocês.
Ouvindo: Nightwish
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[Quarta-feira, Dezembro 29, 2004]
SONO, MINHA CAMA, TRAVESSEIRO
Acabei de chegar de viagem.
Cansada.
Interior bem legal: Porto do Mangue, aposto que pouca gente ouviu falar.
Não tem farmácia, correio, banco, banca de jornal, nadinha... mesmo assim gostei.
Fui tirar umas fotos que meu chefitcho pediu, caguei tudo só pra variar.
Ele quis me matar.
O espírito National Geographic insistiu em não baixar em mim. Vai ter que rolar uma reza braba, macumba, quem sabe.
Ou capricho da próxima, ou cabeças vão rolar (a minha, cráro).
Mas vi muita coisa legal e conheci muita gente interessante.
Zuzu bem, zuzu bem.
"Apesar de todos os medos, escolho a ousadia.
Apesar dos ferros, construo a dura realidade.
Prefiro a loucura à realidade, e um par de asas tortas aos limites da comprovação e da segurança.
Eu sou assim, pelo menos assim quero me imaginar: a que explode o ponto e arqueia a linha, e traça o contorno que ela mesma há de romper.
Desculpem, mas preciso lhes dizer:
Eu quero o delírio."
Lya Luft, do livro Histórias do Tempo
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Wagner Moura, Bruno Garcia, Lázaro Ramos e Lúcio Mauro Filho
Esses caras são ótimos! Quero pra mim os 4.
Será que tô pedindo demais, Papai do Céu?
UP DATE: No bom sentido, eles são bons atores, carismáticos e tals... entendeu, George?
Seria legal ter amigos que nem eles...
Ouvindo: Sixpence None The Richer
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[Segunda-feira, Dezembro 27, 2004]
O Natal e o Magro-de-Ruim (Xongas!)
O fim do ano chegou - como sempre, trazendo um período de provação para todos aqueles que, como eu, estão em permanente briga com a balança.
Não, o nosso problema não é resistir à inesgotável oferta de calorias desta época do ano: nós nem sequer pensamos em resistir. Nossa maior provação reside em não alimentar (ops!) maus sentimentos com relação aos felizardos que sobrevivem às festas de fim de ano sem mudar de manequim.
Como reprimir a nossa indignação contra os que conseguem chegar às férias de verão sem sinal de panetones, castanhas, nozes e farofas? Como manter o espírito natalino diante de tal estado de coisas?
É difícil, mas não é impossível. Antes de mais nada, precisamos ser seletivos.
Existem pessoas que passam o tempo todo se cuidando para não engordar, coitadas, renunciando aos prazeres da mesa, pobrezinhas, malhando disciplinadamente a vida inteira, judiação!, e fazendo da contagem de calorias algo tão constante e involuntário quanto a respiração, deus-nos-livre-e-guarde.
Essas pessoas merecem nosso respeito e nossa comiseração.
Existem também aquelas que simplesmente não sentem prazer com comida.
Essas são iguais às que não sentem prazer com sexo, com dias ensolarados ou com letras do Chico Buarque. Gente assim não merece nosso ciúme nem nossa inveja - merece tratamento médico.
O alvo de nossa indignação deve ser ele, e apenas ele: o Magro-de-Ruim.
Você certamente conhece algum. Ou, pior ainda, alguma.
O Magro-de-Ruim é aquele que come o que quiser, na quantidade que bem entender, na hora que lhe der na telha, e nunca, jamais, em hipótese nenhuma, engorda.
O Magro-de-Ruim é um mau exemplo ambulante.
Não há indivíduo mais nocivo à sociedade.
O fato de que Magros-de-Ruins possam andar soltos por aí se empanturrando de tudo o que vêem pela frente e, mesmo assim, continuem ostentando suas cinturinhas de pilão é algo que nos revolta o estômago - sobretudo quando está vazio. A simples presença de um Magro-de-Ruim do seu lado na festa de Réveillon acaba com qualquer plano de começar um regime no primeiro dia do ano.
Outras pessoas que nascem com privilégios semelhantes, como beleza ou riqueza, costumam ser de alguma serventia para a comunidade. Os muito belos enfeitam capas de revista.
Os muito ricos criam empregos. Os muito Magros-de-Ruins, contudo, não fazem nada para diminuir o abismo da desigualdade da distribuição de magreza neste país.
Mas poderiam. Não há dúvida de que a cura para o grave problema social do engorda-emagrece-engorda está em entender o segredo do funcionamento do organismo do Magro-de-Ruim.
Todo Magro-de-Ruim deveria ser requisitado por lei a se submeter a baterias de estudos científicos que ajudassem o resto da humanidade - pelo menos o resto da humanidade que come - a comer, e não engordar.
Onde estão as grandes empresas de biotecnologia, que não tentam decodificar o genoma do Magro-de-Ruim?
É preciso declarar o Magro-de-Ruim de utilidade pública, para que seu metabolismo possa ser clonado e transplantado para homens e mulheres de bem.
Ouvindo: Shakira
P.S 01.: Amanhã tô viajando a trabalho, mas não chorem, leitores. Daqui pra's entradas de ano, eu volto.
P.S 02.: O Papai Noel veio muito sacudo? Comeram o peru?
UP DATE:
The Stepford Wives e Mean Girls
Besteirol light, americanalhado, enlatado e engraçado, do jeitim que meu cérebro gosta: bómdemás!
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[Sábado, Dezembro 25, 2004]
"Toda mulher tem um homem que se foi
Um homem que a deixou na porta
Um homem que a deixou por câncer
Um homem que nem mesmo a notou
Um homem que a deixou por um ideal
Um homem que sumiu num temporal
Um homem que não passou de dois drinques
Toda mulher tem um homem que se foi
Um homem que foi pego erm flagrante
Um homem que prometeu um brilhante
Um homem que saiu pra jogar
Toda mulher tem um homem que esqueceu de voltar"
Ouvindo: Nada
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[Sexta-feira, Dezembro 24, 2004]
Receber 986.876.834 mensagens de Feliz Natal através de atendentes de lojas, e-mails, celular, Orkut, cartões tradicionais, pombos-correio, sinais de fumaça e etc.
Não tive tempo de responder a todos, aliás, só as atendentes de lojas.
Vim aqui no meu nobre espaço, desejar que a Pomba do divino apareça linda pra todos vocês hoje!
Gente, dá liceça: não pude evitar (de novo), todo mundo sabe que sou muito fã.
É Natal, afinal... (o que tem a ver?)
Toma ela pra vocês!
Feliz blá, blá, blá... Ho, Ho, Ho...
Ouvindo: Sandy e Júnior
P.S: Polêmica no post anterior... depois falo sobre isso.
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[Quarta-feira, Dezembro 22, 2004]
O DIA EM QUE VIREI O DÊMO
Há mais ou menos um mês atrás, recebi um telefonema muito estranho, que me colocou em uma situação mais estranha ainda.
Antes me deixa explicar: Juliana, amiga da faculdade, namora um dos melhores fotógrafos artísticos de Natal, o Zé Pedro.
Depois de um longo e cansativo dia de trabalho, meu celular toca, era a Ju:
Ela: Estou precisando de você para fazer algo satânico e urgente
Eu: Nossa, você me acha tão má assim? Não entendo de satanismo, não
Ela: Preciso da Amanda profissional e não da Amanda amiga. E logo
Eu: Não sei escrever sobre isso, tenho que pesquisar
Ela: Não quero seus préstimos de jornalista sua anta, quero seus préstimos de modelo
Eu: Você esqueceu que eu sou gorda? E muito obrigada por dizer que tenho cara de cão
Ela: Levanta essa bunda branca da cama agora que eu e o Zé estamos precisando de você, é pra concluir um calendário de um loja digrifi e a modelo que ira posar para o mês de agosto furou. Pensei logo, agosto-mês-do-desgosto = Amanda!
Eu: Que amiga gente fina! Já disse que te amo?
Resolvi ir, sabe lá Deus quando é que eu vou precisar dessa safada.
Cheguei lá quase enfartei: ela, a casa e o Zé, estavam encobertos de sangue, mas logo veio o esclarecimento: tinta guache misturada com água.
Depois de uma escova esquisita no cabelo, feita pela Juliana-produtora-de-moda-de-araque, muita tinta guache, uns anéis esquisitos, eu fiquei mesmo com cara de cão, tava mesmo muito irada com aquela palhaçada. Amarraram uma fitinha gasta no meu pulso, isso foi o fim!
Ainda tive que ficar ouvindo dos dois o tempo todo: Você tem mesmo cara de demônio!
O Zé ficava falando: faz cara de quem tá com dor de barriga, ou cara de quem tá fazendo um esforço danado pra enchergar o horizonte.
Depois de duas horas efiada num banheira sebosa e fedida, fazendo cara de cramunhão, ouvindo todo tipo de piada da Ju e cega por causa dos flashes.... taí o resultado que chegou ontem.
O cão do mês de agosto na parede da loja digrifi
Conclusão 1: todas as modelos são heroínas.
Conclusão 2: não nasci para o estrelato.
Conclusão 3: deletar meu número do celular da Ju.
Sabem qual foi o meu cachê: duas torradas, um copo de suco de laranja e um beijo do casal mais bizarro do mundo.
Ouvindo: Sarah Mclachlan
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[Segunda-feira, Dezembro 20, 2004]
UMA SELEÇÃO RAIVOSA DAS PIORES COISAS DO MUNDO
Eu tenho, você tem, todo mundo tem: ódio.
E eu não sou só isso, eu não sou assim o tempo todo, eu não me baseio nisso.
Mas, sim, eu odeio, e como. E a cada dia eu odeio mais conscientemente, a cada ano eu odeio mais especificamente e a cada noção da vida eu odeio mais verdadeiramente.
Eu odeio que encostem o cotovelo, a bunda ou uma cerveja molhada em mim.
Eu odeio que encostem em mim, odeio a pele de um desconhecido indesejado.
Odeio homens com camisetinhas justas e colares. Odeio garotas de nariz empinado em suas calças que de tão apertadas.
Odeio meninas ensebadas que mexem demais no cabelo e olham para os lados.
Bater o dedinho do pé na quina, futebol pelo rádio, pessoas felizes demais, bocejos, mania de batuques, mau atendimento em restaurante e pessoas que não sabem tomar sopa sem sonoridades.
Odeio quem ignora a necessidade do desodorante ou de um bom banho.
Flanelinhas, patricinhas, nominhos carinhosos para o namoradinho e frases carinhosas para o namoradinho no diminutivo.
Odeio mau hálito e mais ainda o fato de que justamente as pessoas podres são aquelas que falam mais baixo e nos obrigam a ter que chegar perto.
Eu odeio com toda a força do meu ódio o telemarketing e que me chamem de senhora duzentas vezes por minuto.
Odeio homossexuais enrustidos.
Toques de celular personalizados, tatuagem tribal e a nova moda das atrizes-modelos-manequins de tatuar as inicias do namorado da semana.
Odeio pessoas muito oleosas, muito peludas, muito suadas e acima de tudo meninas que cheiram a lavandas e gostam de adesivos de ursinho.
Odeio que me mandem falar mais baixo, fila de banco.
Odeio comerciais com crianças vestidas de branco correndo no campo com flores amarelas.
Odeio quem não pode perder o novo filme do Ben Affleck.
Odeio a vontade que eu sinto de rebolar quando escuto a Britney Spears, odeio ter chorado em Titanic e odeio assistir Celebrity Profile pra saber o que a Pamela Anderson faz além, de ter dor nas costas.
Odeio homem que arrota aquele assoprinho que precede a explosão do chopp, sabe?
Odeio quem casa virgem.
Mas eu também odeio mulher que sai dando pra meio mundo e perde o seu mistério.
Odeio meninas caçadoras de homens ricos.
Odeio quem odeia Beleza Americana.
Dividir meu quarto, pêlo alheio em sabonete, acordar cedo e meninas adolescentes peruas com voz de pato.
Odeio o tapinha dos homens e o beijinho em falso das mulheres.
Prefiro virar a cara, prefiro cuspir, prefiro odiar.
Ouvindo: Norah Jones
Por que ela é a melhor e eu não sabia!
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[Sábado, Dezembro 18, 2004]
"Não goste do amor..
Goste de alguém que te ame, alguém que te espere, alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura; de alguém que te ajude, que te guie, que seja seu apoio, tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel, que sonhe contigo, que só pense em você, que só pense no teu rosto, na tua delicadeza, no teu espírito e não no teu corpo nem nos teus bens..
Goste de alguém que te espere ate o final, de alguém que seja o que você escolher.
Goste de alguém que sofra junto contigo, que ria junto a ti, que limpe tuas lágrimas, que te abrigue quando necessário, que fique feliz com tuas alegrias e que te de forças depois de um fracasso.
Goste de alguém que volte pra conversar com você depois das brigas, depois do desencontro, de alguém que caminhe junto a ti, que seja companheiro, que respeite tuas fantasias, tuas ilusões. Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do AMOR, goste de alguém que sinta o mesmo sentimento por você, que goste realmente de você.."
E-mail enviado pra mim por Carol Santos
Ouvindo: Mandy Moore
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[Quinta-feira, Dezembro 16, 2004]
RABUGENTA SIM, E DAÍ?
Eu reclamo muito da vida. E vocês reclamam porque eu reclamo!
Ficamos quites, seus mezeraves.
Vocês querem mais reclamações? Toma!
Tô com olheiras, meu corpo tá moído, meu cabelo tá com medo da minha cabeça, meu namorado num tá nem aí pra mim, aqui na minha casa o povo não sabe o significado da palavra SILÊNCIO, tô com o estômago doendo porque tomei muita Coca Láite, quero dondocar mas o meu dia não tem 48 horas, quero matar uma pessoa mas não sei como, não tenho motivo pra rir, estou ficando burra... querem mais?
Sim, a desgraça está instalada!
Ainda acho graça!
Mas amanhã é sexta, seus trouxas!
Nesse fim de semana, vou dormir muito, muito, mas muito mesmo.
O mundo que se exploda.
O munto t-o-d-o!
Vou tomar meu Lexotam.
Olha que me tirou no Amigo Ocurto: Mariana, ainda bem que não ganhei porcaria.
Presentinhu lindu e xerosinhu.
Mariana é Supervisora da Exportação (acho que a patente é essa).
Ela tava doida pra mostrar os aparelho novo! Olha o sorriso.
Ouvindo: Outkast
Por que esse meu drama é só charme: Hey Ya pra todo mundo: Shake it Suga, shake it like a Poloroid Picture.
Voltaram! Lindos.
Pra eles, todo o tempo do mundo. Minha única distração desse mundo no sence.
Beijos a todos.
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[Terça-feira, Dezembro 14, 2004]
"É melhor tentar, ao invés de sentar-se e nada fazer;
É melhor falhar, mas não deixar a vida passar;
Eu prefiro na chuva caminhar, do que em dias tristes em casa me esconder;
Prefiro ser feliz, embora louco, do que viver infeliz em são conformismo."
(Martin Luther King)
NÃO... NÃO É...
Lá na Senzala tá tudo quilombísticamente normal, é tanta coisa pra fazer, que eu acabo me embananando e não fazendo nada.
Umas 12 matérias pra escrever pra ontem, e consegui fazer uma hoje.
Consegui, em termos. Até meu chefe rabiscar tudo com a caneta-vermelha-do-cão-dos-infernos que ele tem.
Daí, eu volto pra fazer tudo de novo, por que sempre tá tudo muito péssimo pra ele.
E eu ainda gosto do que faço. Rrhrá!
Amanhã tem a festa de confraternização da empresa.
Tomara que eu não ganhe porcaria no amigo oculto, já tenho azar pra essas coisas.
Comprei um presente lindo pra dar.
Vocês vão ver. No próximo post digo qual foi a cor do pente de bolso que ganhei.
COISAS QUE SÓ ACONTECEM COMIGO
Ando curta, grossa, seca, amarga e ácida ultimamente.
Vocês já devem ter percebido pelos meus posts.
Sem contar que ando falando cada palavrão, que auffiiii...
George vive me controlando e com razão.
Lêidis não falam palavrão. Senhoritas de família também não.
Hoje fui comprar um ventilador, por que casa de pobre não tem ar condicionado, então a gente se vira como pode.
Eu pedi pro vendedor super prestativo, abrir a caixa pra testar se o bicho num tava quebrado.
Ele disse que não, pois vinha tudo lacradinho da fábrica, todos em ótimo estado.
-Não, dona... tá tudo bonzinho. Num tem nicissidade não.
A anta aqui acreditou.
Quando eu cheguei em casa, o troço tava o quê? Quebrado.
Voltei lá soltando fogo pelas ventas.
-Lacradinho de cú é rôla, essa pôrra tá com defeito.
Vim lá da puta que pariu e você me vende essa merda quebrada? É de fuder! Tá pensando que sou filha da puta?
Troca logo esse caralho.
Amor, prometo que meu estoque de palavrão ficou todo lá no Hiper Bompreço. Que coisa mais feia!
Mocinha que é mocinha de verdade (como eu), não fala palavrão.
Ouvindo: nada
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[Sábado, Dezembro 11, 2004]
SEMANINHA COMPLIX
Gee zuz!!! Muito trabalho, só tenho feito dormir e trabalhar, não me resta tempo pra mais nada. Ainda bem que a faculdade me deu férias.
Tem sido difícil lá da empresa, tô com um medo danado de não atender as expectativas do pessoal, eles estão esperando muito de mim... me dá uma angústia horrível achar que não vai dar certo.
Nada pro meu chefe tá bom, ele é muito perfeccionista, me deixa doida.
Ainda estou me adaptando e espero que dê tudo certo.
Hoje é sábado, não sei o que fazer.
Quero descansar, tô chata, mal humorada, sem assunto, blergh!
Life sucks.
Venho melhorzinha no próximo post.
Agradeço aos comentários, tá todo mundo me visitando, móitobóm isso.
Fiquei me sentido celebridade com 14 comentários no post anterior. Rrháá.
Beijos a todos.
P.S: Cortei o cabelo, George disse que ficou lindo.
Tenho uma amiga sapatão, tô me achando a cara dela.
P.S 2: Que sou burra não é nenhuma novidade.
Alguém sabe como diminuir uma foto?
Queria que essa máscara daí de cima ficasse menorzinha. Please.
George, num me faça raiva hoje, não.
Lembrei de você.
Será que pode acontecer?
Se eu acreditar e você se esforçar
Se você me disser que somos maior
Eu vou acreditar
Maior que a distancia de nossos olhos
Que não conseguem se ver, mas podem sonhar.
E toda noite eles sonham iguais
Com o mar, com o pôr do sol.
Você estava sorrindo e foi então que eu percebi
Que já não consigo esconder o que nunca procurei entender
Se for louco, deixe-me ser. Louco, apaixonado e clichê.
A culpa disso tudo? Seus olhos
Ouvindo: The Corrs
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[Segunda-feira, Dezembro 06, 2004]
O que resta do meu ser depois de um Carnatal?
Um corpo em estado de decomposição, tá com força.
Hoje encontro-me deplorável.
Pra completar minha alegria trabalhei que nem uma cadela hoje. Zumbi total.
Não dormi ontem, me ex-agora-atual-namorado não deixou, tosse de cá, tosse de lá...
Comeu 5.968.6987 sanduíches, daqueles bem sadios, que são vendidos nas barraquinhas daqueles vendedores bem higiênicos, porém simpáticos.
Passou mal, o bichinho... pegue Sal de Frutas goela a baixo.
Parecia uma grávida de nove meses com o bucho inchado. Vocês lembram de Seu Boneco da Escolhinha do Prof. Raimundo? Igual.
Novidades? Fim de semana de Carnatal. Serviu pra que eu descobrisse que não me basto sozinha. Não sou o suficiente pra mim mesma. Mas deu tempo de reparar o erro. Deu tempo. Sabe o que é melhor nisso: estou muito bem e feliz. Apesar de moída fisicamente.
Abadás = R$ 185,00
Camarote = R$ 100,00
Tênis Novo Lindo = R$ 320,00
Substâncias Etílicas = R$ 50,00
Táxi = R$ 20,00
Calça Nova Linda = R$ 52,00
Ver Helena e Gabriel juntos no Carnatal = Não tem preço
Ainda me agüentaram como a mala sem alça da folia, também não tem preço.
P.S.:Amiga Raquel, também tô com saudade!
UP DATE:
Texto escrito pelo meu colega Marcílio Amorim, repórter cultural do Jornal de Hoje.
... afirmar que o natalense não sabe fazer uma bela festa é mentira.
O Carnatal está aí, há 14 anos, para provar.
Com tantos anos de folia, o Carnatal acaba sendo o principal evento de projeção turística do Estado.
Além disso, os foliões desfilam pelo percurso com uma intimidade ímpar, bem diferente das micaretas de outras cidades.
Isso se deve ao fato da organização manter - mesmo com tantos processos, protestos e polêmicas - a folia há mais de 10 anos no mesmo local.
Fim de festa é aquela mesma história: o Carnatal 2004 acabou, os foliões terão um ano pela frente para relembrar as principais farras, curar a ressaca, suspirar pelos melhores beijos, alguns vão assumir relações, outros vão se separar.
O Carnatal mexe com o cotidiano de quase toda a cidade, mas mexe muito mais com a história de cada pessoa da avenida. Mas a certeza que se tem, e isso é o que faz da festa um evento tão especial, é que a maioria daquelas pessoas são felizes por quatro dias seguidos.
Isto basta para que a festa seja desejada até o ano que vem.
Ouvindo: Sandy & Júnior
Comments:
[Sábado, Dezembro 04, 2004]
Se eu pudesse me transformar em uma música hoje, seria nessa.
The Voice Within
Christina Aguilera
Young girl, don't cry
I'll be right here with when your world stars to fall
Young girl, it's all right
Your tears will dry, you'll soon be free to fly
When you're safe inside your room you tend to dream
Of a place where nothing's harder than it seems
No one ever wants or bothers to explain
Of the heartache life can bring and what it means
When there's no one else
Look inside yourself
Like your oldest friend
Just trust the voice within
Then you'll find the strength
That will guide your way
If you will learn to begin
To trust the voice within
Young girl, don't hide
You'll never change if you just run away
Young girl, just hold tight
And soon you're gonna see your brighter day
Now in a world where innocence is quickly claimed
It's so hard to stand your ground when you're so afraid
No one reaches out a hand for you to hold
When you're lost outside look inside to your soul
When there's no one else
Look inside yourself
Like your oldest friend
Just trust the voice within
Then you'll find the strength
That will guide your way
If you will learn to begin
To trust the voice within
Yeah...
Life is a journey
It can take you anywhere you choose to go
As long as you're learning
You'll find all you'll ever need to know
You'll make it
You'll make it
Just don't go forsaking yourself
No one can stop you
You know that I'm talking to you
Tô triste demais, pelamordedeus.
Ouvindo: a própria
P.S: O corno do meu vizinho tá fazendo um churrasco na casa dele.
A baixaria começou desde que o dia clareou e róla até agora (quatro da tarde).
O naipe das músicas vocês num queiram nem saber.
A catinga de macaco queimado impregnou minha casa toda.
Tenho horror a pobre.
Comments:
[Sexta-feira, Dezembro 03, 2004]
HOJE É DIA DE FOLIA
Carnatal começa hoje.
Pra quem não sabe, Carnatal é o nosso carnaval fora de época, a nossa Micareta. A melhor do Brasil (sim, de verdade).
O povo daqui passa o ano se preparando financeiramente, psicológicamente e sexualmente para quatro dias de esbórnia.
Não sou um exemplo de animação, nem minha solteirisse recente levanta meu astral pra farra (as estatísticas revelam que 99,99% dos relacionamentos acabam antes ou durante o período festivo). Mas vou saltitante ao som de Ricardo Chaves e Asa de Águia. Há 10 anos que estou nessa vida pregressa. Vou beber pra espantar os pobrema.
Aliás, a cidade se transformou num pandemônio, um caos completo.
Quem não vai pra folia, melhor não colocar nem o nariz na rua, está tudo assustadoramente congestionado. Passei doze horas parada no trânsito ontem. Natal virou a sucursal do inferno.
Ouvindo: nada
P.S.: Sobre o último post, agradeço o todos a força.
Nada como o tempo, que cura tudo nessa vida (ou quase tudo). Abi: a gente tá se devendo uma longa conversa, Tendida: sábias palavras e Jú: também tive vontade de chorar quando li seu comentário, mas tava no trabalho e com um monte de gente perto de mim.
Sintam-se todos beijados.
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[Segunda-feira, Novembro 29, 2004]
Sempre tentei colocar na minha cabeça que é preciso saber quando uma etapa chega ao fim, mas isso sempre foi uma tarefa árdua e dolorosa.
Se insisto em permanecer em uma situação mais do que o tempo necessário, perco a alegria e o sentido das outras etapas que preciso viver.
Encerrar ciclos, fechar portas, terminar capítulos, sempre é uma tarefa cheia de obstáculos e que me mete muito medo.
Deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram e que foram maravilhosos... preciso ser mais do que forte.
Passo muito tempo me perguntando por que isso aconteceu.
É como diz a música: Se tinha que acabar, por que começou? Tinha que ser pra sempre.
Já falei isso em outro post.
Quero algo que dure pra sempre, histórias SEM fim e não COM fim.
Posso dizer que não darei mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em minha vida, a serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso.
O que passou não voltará: não posso ser eternamente menina, adolescente tardia, amante que espera noite e dia uma ligação de quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de ares, trabalhar muito, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tenho.
Tudo neste mundo visível, é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração, e desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Tenho que desligar minha televisão emocional e deixar de assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como sofri em determinada perda: isso estará apenas envenenando-me.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos,
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: dizer a mim mesma que o que passou, jamais voltará.
Lembrar que houve época em que podia viver sem aquela pessoa, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não encaixa mais na minha vida.
Fecho a porta, mudo o cd, vou ao cinema, limpo o armário, sacudo a poeira.
Deixar de ser quem era, e se transformar-me em quem sou.
P.S: Ganhei uma bolsa da Louis Vitton. Presente de Natal antecipado da minha mãe (pobre é a imagem do cão mesmo).
Ouvindo: Mariah Carey
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[Terça-feira, Novembro 23, 2004]
NÓIA NA GUARITA
- Pó subir não, moça.
- Mas eu tenho a chave.
- Desculpa, mas não pode.
- Mas eu sou namorada dele, já cansei de passar a noite aí.
- Pó mais não.
- Como, não pode?
- Agora precisa visto.
- Hã?
- Visto de entrada no prédio.
- Visto de entrada?
- Medida de segurança. A senhora sabe, né, o terrorismo.
- O quê?
- Ó: é pra própria segurança da senhora. Taqui os papel. A senhora preenche, paga o Darf e daí volta. Funciona terça e quinta aqui nesta guarita mesmo.
- Terça? Quinta?
- A partir das 9. Mas se eu fosse a senhora chegava mais cedo pra entrar na fila da senha.
- Senha?
- Ah, mas, depois que a senhora ganhar o visto de entrada no prédio, daí vai ser fácil. Daí é só tirar as impressão digital toda vez que a senhora entrar. Ah, e tirar o sapato também.
- Tirar sapato?
- O síndico novo, dona. Trabalha no consulado dos americano.
- Ah.
- A senhora gosta ou não gosta do seu namorado? Ó: pega os papel.
UP DATE: Esse texto foi retirado da coluna Xongas da revista Época dessa semana.
Não aconteceu comigo, ao contrário do que alguns pensaram. Mas se tivesse, teria feito o que o Rafael disse: teria mando o porteiro enfiar os papel no @.
Estou sem tempo, mas prometo voltar em breve para contar o que há de novo.
Ouvindo: Ricky Martin
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[Domingo, Novembro 21, 2004]
O DIA EM QUE ENTREI NO ORKUT
Eu tava toda empolgada pra entrar no Orkut, achava que era a sensação da parada, fui toda contente.
Todo mundo que é mundo tava lá, menos eu. Aí num pode.
Só entra quem é convidado, é chique bém.
Por livre e espontânea pressão, um amigo-sem-muita-paciência me convidou.
Tentei, tentei, tentei e tentei mais uma vez...
O pc travava toda vez que eu respondia as 969.515.651 perguntas, todas em ingrês (depois que a mula aqui ficou sabendo que não precisava responder tudo).
O negócio só dava paw, bem coisa de gente pobre.
É muito lento, também... não podia ser diferente: é digrátis.
Desisti por que não sou p... pra ficar insistindo.
Depois, um outro amigo me convidou. Desse vez por livre e espontânea vontade.
Esse é mais sem paciência que o primeiro, resolvi jogar a toalha.
Afinal, prefiro gastar Tico e Teco em outros assuntos.
Sei que nesse perrengue fiquei uma semana.
Até que um belo dia no MSN, meu amigo-sem-muita-paciência veio falar comigo:
Ele: Entra no Orkut e nem me coloca na roda!
Eu: Tá falando comigo?????
Ele: Sim Sra.
Eu: Odeio isso! Orkut! Phoda
Ele: O que é foda agora?
Eu: Recebi outro convite mas não consegui
Ele: Mas você tá dentro
Eu: Seu chato
Ele: Tem já você criada ai
Eu: Onde??? Ahhh... que ódio
Ele: Tá sua foto e tudo!
Eu: Onde? Pára
Ele: Entra no orkut
Eu: Péra
Ele: Sim Sra. Sempre perando por você
Depois de um longo e tenebroso inverno...
Eu: Entrei e não sabia!
Ele: Eu percebi isso
Eu: Me responda uma coisa: existe mais burra que eu? Não, nunca no Brasil
Ele: Não jovem, você é complicada
Eu: ... e burra
Ele: Mas e aí? Desenrolou agora?
Eu: Péra (de novo)
Eu: Tá dizendo: Bad, bad server. No donut for you. Auufiii... tá vendooo? Ele num gosta de mim
Ele: Volta e tenta
Eu: Consegui! Depois disso a gente faz o quê?
Ele: Toma uma pra comemorar... Por que foi difícil!
P.S: Tive que dar suporte técnico pra outra mais mula ainda que também tentava preencher o cadastro, depois de me perguntar como respondia tudo.
Lendo as questões com seu inglês fantástico, ela solta a pérola: -Tá perguntando aqui smoking, mas eu não uso smoking, não... eu boto o quê?
Pra quem é mula como ela e não entendeu, tava perguntando se ela era fumante, e não se ela usava smoking.
P.S: Amiga Helena, muito obrigada!
Minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos... quanta diferença.
UP DATE:
Pra quem não tá afim de botar o cérebro pra funcionar: uma comédia bem light pra aliviar a depressão que nos assola todos os domigos à noite: Uptown Girls. O elenco salva o filme: Dakota Fanning (atriz mirim) e Brittany Murphy (a mesma de Recém Casados).
Boa semana!
Ouvindo: Billie Myers
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[Quinta-feira, Novembro 18, 2004]
QUEM QUER UMA NOIVA?
Vi essa foto do casamento da Britney Spears na Net.
Sem assunto, meio de semana. Achei ela linda, apaixonada.
Não achei ele com cara da Somália diante de um prato de arroz com feijão.
Muito pelo contrário. Ele num tá que nem rádio velho: nem liga pra ela.
Mas quem sou eu para julgar a pobre coitada?
Ela comprou as alianças, bancou tudo no casório. O acordo pré nupcial: tudo que é meu, é seu. E ela é trilhardária.
Vale a pena?
Estava eu ouvindo os sábios conselhos das minha amigas hoje na faculdade. Abobrinha vai, abobrinha vem, quando uma delas diz: - Amanda, você quer mesmo é casar!
Tá assunto batido...
Que mulher não quer? Ainda mais quando se estar na minha idade (25 verões), quero, linda, que nem a Britney.
Acho que meu namorado num quer casar tão cedo... também não ia querer se fosse ele.
Quem não me conhece, que me compre.
Fuck It
Eamon
See i dont, know why, i liked you so much
I gave you all, of my trust
I told you, i loved you, now thats all down the drain
Ya put me through pain, i wanna let u know that i feel
Fuck what i said it dont mean shit now
Fuck the presents might as well throw em out
Fuck all those kisses, it didnt mean jack
Fuck you, you hoe, i dont want you back
You thought, you could
Keep this shit from me, yeah
Ya burnt bitch, i heard the story
Ya played me, ya even gave him head
Now ya askin for me back
Ya just another hag, look elsewhere
Cuz ya done with me
Ya questioned, did i care
You could ask anyone, i even said
Ya were my great one
Now its, over, but i truly mean im sad
It hurt real bad, i cant sweat that, cuz i loved a hoe
Pra cá (Brasil) veio como Encontros e Desencontros.
A atriz é linda, Scarlett Johansson. A fotografia é perfeita, dá até vontade de ir pro Japão.
E a moral da história? Ah.. é assunto para um longo e profundo post.
Daqueles bem caprichados.
Sofia Coppola mostrou de novo a que veio (já viram Virgens Suicidas?)
Lost in Translation concorreu ao Oscar, mas não sei se ganhou.
Abimael, você que é entedido nesses assuntos, diz aí.
P.S: Amiga Helena, vamos lá nóis de novo na fita.
Enfretar mais essa pedreira.
Estamos aqui pro que der e vier. Pro que não der e não vier também.
Ouvindo: Eamon
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[Terça-feira, Novembro 16, 2004]
"NÃO VÁ PRA LONGE, NÃO ME DESAPONTE, O AMOR NÃO SABE ESPERAR..."
DEPOIS DE UM FERIADO, AS CONSEQÜÊNCIAS...
Fui pra o show de Paralmas. Muito bom, me diverti horrores. Tomei quase todas, fiquei alegre.
Minha amiga Denise, veio pra cá com o prêmio Não-Sei-Das-Quantas do jornalismo nas mãos.
Tava morrendo de saudades das gargalhadas dela.
Aquelas que você rir sem nem saber de quê tá rindo, só por causa do som da risada. Ela dormiu na mesa do Pittsburg esperando o lanche.
Bem típico. Muito engraçado.
Ela roncou muito durante a noite. Uma locomotiva. Disso eu não tava com saudade.
Herbert Viana tá inteiro.
Denise disse que só ensinaram uma frase pra ele: Essa música que vamos cantar vocês já conhecem.
O pior era que ele só dizia isso mesmo. Que maldade.
Quase cometi assassinato ontem. Ia ver o sol nascer quadrado, pelo menos ia ter privilégios já que terminei a faculdade. Da próxima eu mato.
Fui dormir na casa de praia de Helena em Pirangi. Altos estresses na madrugada.
Amiga, por isso que seu signo é Leão. Todo mundo tem medo de tú.
Quando eu crescer quero ser igual a você.
Preciso dizer que já estou sentindo falta da vodca, da comidinha chinesa e do show de Shakira.
Bateu uma deprê agora.
Os Saguis mortos do Parque das Dunas viraram assunto não sei por quê, não sei mesmo. Dá próxima vez eu fico bem caladinha.
Burra! Burra! Burra! Burra! Burra! Burra!
Ludmila se ainda tiver daquele bolo, guarde pra mim, deu desejo. Estou com um quilos a mais, é verdade.
Não sei nem que fim levou meu namorado. Se perdeu lá em Fortaleza.
Eu e uma amiga no MSN:
(as identidades foram mantidas no mais absoluto sigilo)
Ela: Fulana se encontrou com o Deus Grego ontem, saiu com ele e ficou p.. por que ele nem nem com ela.
Foi com ele hoje tomar banho de mar e... nada! Não tentou nada, frouxo!
Eu: Ele é bicha.
Ela: Eu já avisei pra ela que ele tinha jeito de fresco (fresco é ótimo)
Eu: Com tanta gente pra se apaixonar... Um gay??? E você, fez o quê esses dias?
Ela: Um paquera meu me ligou. Tirei os atrasados. Cheguei em casa as nove da manhã. Só love. Tô morta.
Eu: Vai rolar romance ou foi só uma...?
Ela: Fiquei de 4.
Eu: Como assim de 4?
Ela: De 4 por ele: estou apaixonada!
Ai, ai... amor!
UP DATE: ODEIO OS HOMENS, ACHO QUE VOU VIRAR LÉSBICA.
AH, ODEIO O ORKUT TAMBÉM.
Ouvindo: Bon Jovi
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[Sexta-feira, Novembro 12, 2004]
VAMOS FUGIR?
Acabei de chegar da faculdade.
Na ida e na volta todos os sinais estavam fechados. Será que é algum sinal do além?
Estou quase de férias, só mais uma disciplina e pronto! Adeus semestre.
Hoje é sexta e segunda feriado. Juro que não tem sensação melhor do que essa. Não tem! Não tem! Não tem!
Estou só esse fim de semana. O bofe tá viajando.
O que faço? O que faço?
Escova na juba, roupinha nova, sandália idem e unha feita pra espantar a solidão... e sair com o povo pra night.
Showzinho do Paralamas. Vou ver se Herbert Viana tá inteiro mesmo como dizem.
Tenho que fazer dieta urgente.
Raquel, não vou mais andar com você na faculdade. No meio de tanta gente, fui logo achar uma amiga que quer me encher de porcaria e fica o tempo todo querendo comer pastel de queijo de manteiga com Grapete. Umpf!
Ah... parabéns pelo aniversário, você é tudibom.
Acho que vou pra praia com minha amiga Helena e com meu amigo Brenno... ou ficar de molho, ainda não sei.
Só sei que agora mesmo vou dormir.
Continuem comentado. O Blogger me enviou hoje um boleto bancário no valor de R$ 20,00, conclui que isso tem que servir pra alguma coisa e não só pra passar o tempo.
Beijos, meus kiridus leitore. Bom fim-de-semana-feriado!
Ouvindo: Skank
(vamos fugir, deste lugar, baby...)
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[Segunda-feira, Novembro 08, 2004]
EU E O ROMANCE: ONDE FICAMOS NESSA HISTÓRIA?
Nem todo dia tem sol, nem toda sobremesa é chocolate e nem toda relação homem e mulher é romance.
E você vai fazer o quê?
Vai se matar por causa da nuvem cinza acima da sua cabeça?
Vai se manter virgem e intacta até aparecer o homem que vai te dar uma casa com cerquinhas brancas, cachorrinhos e bebês que nem no cinema?
Claro que não, você vai viver a vida, curtindo o que ela tem de melhor.
Mas a droga do romance estraga tudo, a droga dos filmes românticos nos enganam all the time.
Por que raios a gente tem de romantizar qualquer demonstração de carinho de um homem se na maioria dos casos eles só querem ficar um pouquinho aqui, um pouquinho ali e pronto?
E por que ficamos tão putas se a gente já sabe do fim da história?
Eu já tive muitos fins-de-histórias, dá licença!!!!!
Agora quero uma sem fim, que dure pra sempre.
Me desculpem leitores, isso não é pedir demais.
Questõe: quem disse que os homens são obrigados a nos amar eternamente só porque conheceram de perto a nossa beleza interior?
Por que a gente faz de tudo pra agradar, muda, muda, muda, tudo e puft! Acaba??
Por que gastamos toda nossa energia (sem falar em roupas caras) pra agradar e acabar morrendo na praia?
Isso soa estranho para você, leitor?
Por que no fim das contas nos sentimos usadas se ambos estão lá de livre e espontânea vontade?
Isso é herança das mulheres pudicas, sonhadoras e donas de casa do século passado ou a célula do romance vai eternamente se multiplicar e passar de geração em geração através das mulheres?
Eu tento, juro que tento. Mas a droga do romance não me deixa em paz.
Eu não tenho mais idade para ficar enrolando até ouvir juras de amor eterno (que podem ser só para me c...), francamente isso não é coisa de uma mulher psicanalizada pela vida!
É muito bom voltar independente e resolvida pra casa, mas adianta acordar no dia seguinte morrendo de vontade de ganhar flores, receber ligações românticas e promessas eternas?
É uma praga.
De onde vem esse sentimento fraco, submisso, antigo, arcaico, pobre e idiota de que numa relação sexual o homem é o dominante e a mulher a coitada?
Claro que tem os babacas que nos fazem sentir assim, não se preocupam com o nosso prazer e agem na velocidade do prazer deles.
Mas tirando esses babacas, por que um homem que te trata bem, com carinho, com respeito e depois não quer namorar com você, te ofende?
E por que se ele te tratou tão bem, com tanto carinho e respeito, deixou em banho-maria e caiu fora?
Precisava se dar tanto trabalho?
A vida é complicada. E a vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou quase tudo.
Ou justamente o que não deveríamos.
A gente faz planos mesmo em cima dos silêncios deles.
A gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão.
Ah, o romance! Mulher que é mulher não consegue fugir de um.
Você pode até levantar apressada, olhar a janela, ir para o banho super senhora de si, mas enquanto a água escorre lavando seu rosto, você fica na dúvida entre se ele vai ligar no dia seguinte e o nome dos filhos.
Será que ele vai ter os olhos do pai?
Você pode disfarçar. Mas lá no fundo, bem escondido, estão seus sonhos de entrar de branco numa igreja e ver lá na frente aquele homem escândalo.
Eu cansei de ser assim, por que não consigo ver os homens como diversão se eles conseguem tão facilmente nos ver assim?
Por que a droga da chuva me lembra todas as vezes que eu voltei para casa sonhando e no dia seguinte me deparei com a frieza?
Por que a droga do filme lindo que vejo, me lembra a vida perfeita que eu sonho?
Alguém vai dizer ou pensar que a dona deste blog está indo muito ao cinema e romantizando a vida de uma maneira que não pode ser, mas essa é minha vida e tudo pra mim tem que ser real, independente de Hollywood.
Eu, como mulher romântica que espera um príncipe a cada esquina, a cada decote, a cada riso nervoso que solto.
Eu posso aceitar que esse tal príncipe nunca me leve de mãos dadas a um cinema.
Eu posso ser uma noite e nada demais.
Eu posso ser nada mais.
Mas eu nunca, em nenhum momento, deixo de romantizar a vida, cada segundo, por mais podre que seja.
Eu nunca deixo de procurar.
Eu nunca deixo de acreditar que exista, e eu nunca deixo de acreditar que alguém faz o mesmo a minha espera.
Aos que leram, obrigada.
O amor não existe, e, se existe, não dura pra sempre.
E, se não dura pra sempre, não é amor. E nada dura pra sempre.
E então o amor não existe.
ELAS VOLTARAM!
Ouvindo: Jewel
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[Sábado, Novembro 06, 2004]
(CRISE DE IDENTIDADE DO TEMPLATE MALDITO.
VOCÊS GOSTARAM DESSE??? OBS: O QUE AQUELE SINAL DE "MENOR" TÁ FAZENDO PERDIDO LÁ EM CIMA??? UMPF!)
AH, O AMOR!
Tava me preparando psicológicamente pra dormir, passando todos os meus
cremes e fazendo aquele ritual
numa noite dessas, quando meu celular toca.
Atendo e escuto uma pessoa chorando muito, nem reconheci a voz.
Era uma amiga, se acabando.
Já tava quase tirando a camisola pra sair de casa achando que a lesada tinha
sofrido um acidente e
tava no meio de rua.
Depois que ela me contou que era uma dor de cotovelo bem basiquinha.
Eu: Sua abestalhada! Tava morta de preocupação, achando que tú
tinha sofrido um acidente
voltando da faculdade! Puta que pariu!
Ela: Que acidente, que nada! Acidente pelo menos tem o dinheiro
pra consertar...
Moral da história: Não existe dor maior do que de amor. Concordam?
Hoje tem os Muitos Carnavais aqui em Natal.
Um bando de idiota que pagou R$30,00 numa camiseta fulêra pra ver a outra
fulêra da Margareth Menezes, cantando músicas não menos fulêras.
Se eu sou um desses idiotas? Claro quer sim!
Ontem fui pra um casamento, tô só a bosta. E quem diabo se importa?
Chamas da Vingança
Denzel e Dakota.
Ela é o que há de mais tecnológico.
Filme acima da média dos do gênero.
Principalmente em se tratando do Denzel Whashington, surpreendentemente
diferente de outros filmes, ele estava esplêndido.
A fotografia, a textura da película o elenco e a trilha musical são tudibóm.
Tudo é simples e direto, exceto pelo estilo rebuscado do diretor Tony Scott,
repleto de hiperimagens e edição em flashes, que chama muita atenção.
Denzel Washington comanda com tranquilidade e confiança, dividindo-a muito
bem com sua co-estrela mirim, Dakota Fanning, que praticamente carregaria o
filme sobre seus ombros se não fosse pelo Denzel.
Ela é impressionante.
Na hora que tava vendo o filme fiquei pensando que o retrato pintado da
América Latina e de seus cidadãos é o mais sombrio já criado em qualquer filme
de grande estúdio, mostrando o México como uma fossa negra de criminalidade
e corrupção que contamina até a elite social.
Tudo visto sob a ótica americanóide dos ianques, claro!
É exatamente dessa forma que o cinema vende nossa imagem, pra mim,
esse foi o único ponto negativo do filme. Qualquer semelhança com
Cidade de Deus, não é mera coincidência. É imitação mesmo.
P.S 1: Nêga, não consegui comentar no seu flog!
Merda! Merda! Merda! Merda! Merda!
P.S: Todo mundo sabe que sou pobre, sou uma pobre que quer ser rica.
Ontem me acabei nas compras, não sobrou dinheiro, mas sobrou peso
na consciência. E quem diabo se importa?
P.S 3: Amor, te amo.
Bom fim de semana.
NOVIDADE MAIS QUE NOVIDADE:
EU AGORA TAMBÉM TENHO UM FOTOLOG.
SEMPRE QUIS TER UM, MAS A PREGUIÇA ME
QUERIA MAIS DO QUE TUDO.
O ENDEREÇO TÁ AÍ DO LADO. VISITEM E
DIGAM O QUE ACHARAM.
Ouvindo: Vanessa Carlton
(em homenagem a Brenno Bay)
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[Segunda-feira, Novembro 01, 2004]
Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.
Provérbio chinês
TENHO MEDO...
... de engordar
... de aranha
... de ficar só
... de choque elétrico
... de morrer
... de ser traída
... de emburrecer
... de me perder em algum lugar desconhecido
... de ventania
... de ser assaltada
... de não ter como me sustentar no futuro
... de ir pro fundão do mar
... de não ser humilde o suficiente
... de ser enrolada
... de virar uma mulherzinha fútil e babaca
... de fantasma
... de borboleta
E você, cara-pálida? Tem medo de quê?
Uma ótima semana.
Ouvindo: Sandy e Júnior
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[Sábado, Outubro 30, 2004]
NADA ACONTECE NO LINDO MUNDO DA IMAGINAÇÃO
Tive uma semaninha bem mais ou menos, tá tudo muito mais ou menos pro meu gosto.
Podre (doente) desse jeito... Naverdade vim só atualizar essa birosca mesmo, em consideração aos que me visitam, por que num tô com cabeça pra nadica de nada, se é que tenho cabeça pra alguma coisa nessa vida.
Adoro ficar sem ter o que fazer. Mais um feriado e vou ficar quatro dias só em casa. Êba.
Tenho um monte de coisa da faculdade pra fazer, mas... tipássim... tô nem a fim.
Vou grudar na televisão e no meu namorado que nem catarro em parede (quem diz isso é minha sábia mãe).
Preciso dizer que minha casa está sendo invadida por seres más, impiedosos, insistentes e assustadores: formigas!
A novidade é que tenho um novo ídolo: Michael Moore, o gordinho mais escroto, irônico e inteligente que já vi. Teve a ousadia de colocar no cú dos americanos sem pena.
Se Bush não vencer (é o que espero) ele vai ter boa parcela de culpa. Não é a toa que a Academia deu um Oscar pro safado e foi o primeiro a ter brecha em Cannes.
Quando crescer, quero ser igual a ele, o Brasil tá precisando de um.
Ah, se alguém acha que as eleições nos EUA não nos afeta, está sendo burro, ignorante e alienado.
Bom fim de semana, bom feriado.
Divirtam-se, kiridus leitores.
Perfeito!
Um enredo psicológico com uma sacada incrível.
Ouvindo: nada
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[Terça-feira, Outubro 26, 2004]
"A liberdade que às vezes sentia. Não vinha de reflexões nítidas, mas de um estado como feito de percepções por demais orgânicas para serem formuladas em pensamentos. Às vezes, no fundo da sensação tremulava uma idéia que lhe dava leve consciência de sua espécie e de sua cor.
O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade. O próprio pensamento adquiria uma qualidade de eternidade. Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também. A impressão de que se conseguisse manter-se na sensação por mais uns instantes teria uma revelação - facilmente, como enxergar o resto do mundo apenas inclinando-se da terra para o espaço."
(Perto do Coração Selvagem, Clarice Lispector)
Pra mim, Clarice Lispector nunca foi fácil de ser entendida, sou meio abestalhada, é verdade. Mas como não desisto fácil, leio uma, duas, três, quatro vezes... até tudo entrar no meu cabeção, dou minha sábia e astuta interpretação, que provavelmente (bem provavelmente) não é o que ela quer dizer.
Não só a Clarice, outros. Já disse pro meu espelho que vou ler Graciliano Ramos, quero só ver a salada mista na minha massa cinzenta.
Bem, meus caros, nessa semana meu nome é Doença. Pra os desavisados sou um poço de coisa ruim (tendinite, lombalgia, rinite alérgica, gastrite etc). Saravá meu pai! Que urucubaca é essa?
Como se isso fosse bem pouquinho, tô com um problema nas minhas pernocas.
É uma dor que vem num sei de onde e está literalmente me tirando o sono. Já fui pra dois médicos e vou me intoxicar de remédios, estou quase uma peregrina pelos PS´s de Natal e ouvi todo tipo de diagnóstico: reumatismo, problema vascular, muscular, ortopédico. Do jeito que sou sortuda vai ser tudo de uma vez.
O médico que fui ontem ainda teve a cara de pau de me olhar e dizer: - Tão nova e com tanta mazela (com aquela cabeça dele careca balançando de um lado pro outro, como quem diz que essa juventude é mesmo um caso perdido) e eu grunindo de dor.
Quero dar os parabéns para minha kiridíssima amiga Ludmila, que passou em Direito e vai se juntar a essa corja miserável e desalmada. Como assim Bial? Sim, nós não prestamos. Sim, vamos todos fazer o mal numa grande boiada (que horror)!
Bem vinda amiga.
Beijos pra os que me visitaram e deixaram comentário e pra os que só me visitaram mas não deixaram comentário.
Aliás, Aline deixou um comentário super fofo, acho que é Aline lá da faculdade, mesmo assim, valeu a visita, amiga.
Vou visitar o blog de todo mundo agora! E depois estudar... ai, que sono.... Zzzzzz...
Ouvindo: Marisa Monte
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